Clube MP Lafer Brasil convida:

Águas de Lindóia: a nova capital do MP Lafer.
Águas de Lindóia: a nova capital do MP Lafer.

Clube MP Lafer Brasil
24º Encontro Nacional do MP Lafer - Águas de Lindóia 2020

Bom dia Laferista,

Em 2020, vamos adotar um novo formato para nossos eventos. Ao invés de Passeio Anual, vamos fazer um Encontro Nacional de MP Lafer. O local escolhido é Águas de Lindóia, a capital do antigomobilismo, e o hotel em que ficaremos é o Hotel Majestic localizado na Praça Doutor Vicente Rio, 160.

O evento neste formato trará inúmeras vantagens, como: não ter horário rígido pra ida; itinerário livre; sem aquela preocupação em seguir a fila na estrada; maior tempo para desfrutar o hotel; horário livre para voltar; e mais tempo livre para compras e visitação.

Vamos lá Laferista, aproveite e tire seu MP da garagem e passe um fim-de-semana agradável. Gostaríamos de contar com veículos do Brasil inteiro.Vamos encher a cidade de MP Lafer.

O Encontro terá início numa sexta-feira a partir das 17:00 horas, e se prolongará até o domingo. Quem preferir ir e voltar, sem se hospedar, ou fazer uma só diária, estará livre para fazê-lo.

Data: 20 a 22 de março de 2020.

O hotel possui ampla área para estacionar mais de 100 veículos e suas dependências são equipadas com área de lazer, piscina aquecida, salão de convenções e de jogos.

Para evitar falta de vagas e não causar preocupação para o hotel, é melhor fazer sua reserva imediatamente, tendo em vista que o nosso Clube não tem suporte financeiro para bloquear apartamentos.

O telefone para reservas é (11) 3217.9800 de segunda a sexta-feira das 08:00 às 17:00 horas ou e-mail: reservas@hotelmajestic.com.br, devendo ser citado o evento do MP.

O valor negociado da estadia completa para casal é R$ 1.200,00 para o período todo. Consulte outras opções, como: apartamento single, preços para crianças, quarto duplo, etc. O hotel poderá conceder parcelamento da estadia através de cartão de crédito Visa ou Master.

A revisão do carro é uma providência quase que obrigatória, já que ficar na estrada, depender de guincho e não participar do evento será super desagradável.

Por último, não se esqueça de ir uniformizado.

Até lá!

Walter Barboza Arruda - Presidente
(11) 97122.6260 – walter.mplafer@uol.com.br

Romeu Nardini - Diretor
(11) 99154.4536 - meco98@uol.com.br



Clube MP Lafer Brasil convida:

No fim do ano tem MP Lafer se reunindo com MP Lafer!
No fim do ano tem MP Lafer se reunindo com MP Lafer!

Clube MP Lafer Brasil
Almoço de Confraternização de 2019

Amigo Laferista,

Mais um ano que se finda, depois de muito trabalho e sacrifício. Para descontrair, nada mais justo do que um passeio com nossos MPs.

O nosso almoço de confraternização, para o qual você com sua família estão convidados a participar, será no dia 07 de dezembro de 2019 (sábado), com saída na Rodovia Castelo Branco, km 30 – Posto Graal, às 11:00 horas.

Destino: Restaurante Casarão 54 – Rodovia Castelo Branco, km 54 – Araçariguama.
Preço por pessoa: R$ 48,50 sem sobremesa e R$ 55,70 com sobremesa, fora bebidas, mais 10%.

Essa será uma ótima oportunidade para colocarmos novamente nossos carros na estrada e reencontrarmos nossos amigos.

Não se esqueça de ir uniformizado.

Se não der para ir com o MP, vá mesmo assim. O importante é nos encontrarmos.

Até lá,

Walter Barboza Arruda – Presidente – (11) 9.7122.6260 - walter.mplafer@uol.com.br

Romeu Nardini – Diretor - (11) 9.9154.4536 - meco98@uol.com.br



Santana de Parnaíba 2018

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Galeria 2019: Almeida

Luis e seu MP Lafer 1977: quem gosta também abraça.
Luis e seu MP Lafer 1977: quem gosta também abraça.

NAS MARGENS DO RIO PARAÍBA E DA RODOVIA DUTRA

Resende, no Vale do Paraíba do Estado do Rio de Janeiro, é uma cidade com seu lugar garantido na história do MP Lafer. Foi lá que, por muitos anos, o jornalista João Saboia editou o site mplafer.com - que infelizmente foi descontinuado. O próprio Saboia vendeu seu MP Lafer 1977, em 2008, para seguir outros caminhos.

Porém, a região não ficou carente de MPs. O Luis Ricardo Almeida conserva outro exemplar, também de 1977, na terra que sedia a Academia Militar das Agulhas Negras. Ele nos enviou a foto dele com seu carro por WhatsApp, após solicitar o contato via Facebook. Sinais dois tempos, quando o e-mail parece ser coisa do passado.

Nós, porém, ainda preferimos a comunicação por e-mail, onde a pressão por responder rapidamente é menor. Um dos princípios desta página é que a gente não faz tudo correndo, para poder fazer bem feito, sempre. Devagar e sempre.


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A grade do MP Lafer

A grade do MP Lafer não abraça um radiador, mas irradia beleza e simpatia.
A grade do MP Lafer não abraça um radiador, mas irradia beleza e simpatia.

Se há uma peça que simbolize o quão exótico é um MP Lafer, que só poderia ser concebido no Brasil durante a década de 1970, esta é a grade dianteira do veículo. Aos desatentos, ela se parece com o colete de radiador, típico dos carros com motorização dianteira fabricados até a década de 1950, com faróis e para-lamas salientes.

O MP Lafer foi claramente inspirado no MG TD, fabricado na Inglaterra entre 1949 e 1952 e que ostentava tais características. Ocorre que o modelo brasileiro usa a mecânica boxer originalmente desenvolvida para o VW Sedan, conhecido como “Beetle” nos Estados Unidos e “Fusca” no Brasil. 

Detalhe: o motor refrigerado a ar do MP Lafer simplesmente não tem radiador e, além do mais, fica pendurado no eixo traseiro do carro - nenhuma incoerência que o Karmann Guia não tenha apresentado antes, com seu par de guelras acima do para-choque dianteiro.

Logo, a grade frontal do MP Lafer, em sua versão clássica, é meramente um elemento decorativo, sem função técnica no carro, salvo envelopar a ponta do corpo central de fibra de vidro. Na versão de Turismo Internacional – TI – a grade do MP Lafer foi ganhando outras cores e formatos, inclusive com uma estampa lisa.

A maioria dos MPs, porém, ostenta a grade que simula as ranhuras de captação de ar de um radiador. Elas são de aspecto cromado e brilhante, sendo que em alguns carros existem listras negras que salientam o contraste entre os altos e baixos no relevo da peça.

Muito leves, elas são feitas de ABS, como o próprio Percival Lafer, criador do modelo, explica:

“Nós desenvolvemos a grade original apostando num sistema que experts diziam que não ia dar certo. Mas, como muitas outras coisas aparentemente malucas que fizemos, deu. O processo era novo, cromação de verdade sobre chapa de ABS, fabricado na época pela extinta Metalúrgica Matarazzo.

A cromação era feita pela Nakahara Nakabara, que ainda está firme no mesmo lugar em São Paulo. Nada a ver com metalização, que é uma espécie de pintura usada em peças decorativas de vida curta, tipo enfeites de Natal, ou em peças protegidas de intempéries.”

O ABS é um tipo de plástico, cuja sigla em inglês significa “Acrylonitrile Butadiene Styrene”, ou seja, trata-se de um polímero desenvolvido nos Estados Unidos no fim da década de 1940, sendo composto de acrilonitrila, butadieno e estireno, que resulta em peças leves, resistentes e altamente moldáveis, podendo ser pigmentadas em diversas cores.

A durabilidade do aspecto visual das grades de ABS cromadas do MP Lafer pode alcançar décadas. No entanto, dependendo da exposição constante ao sol e à chuva, além dos produtos usados na limpeza, algumas peças podem perder o brilho ou escurecer paulatinamente.

Metalização não é cromação

Como o custo de cromação de peças de ABS é relativamente alto e dominado por poucas empresas no Brasil, alguns proprietários de MP Lafer optam por fazer a metalização das grades de seus carros. Alguns profissionais que trabalham com metalização de peças chegam a divulgar seus serviços como sendo de cromação, dado o aspecto semelhante ao final dos processos.

Porém, cabe o alerta: embora mais barata que a cromação de uma peça, a metalização é um processo químico de pintura projetada por compressor e, portanto, completamente diferente da cromação por imersão. De longe o brilho das peças pode ser parecido, mas de perto nota-se com facilidade o aspecto de porosidade típico de uma pintura. Além disso, a durabilidade das peças metalizadas de ABS é muito reduzida, especialmente no caso de exposição às intempéries.

De acordo com Francisco Paz, membro ativo dos Amigos do MP Lafer do Rio de Janeiro, a metalização “na verdade é um processo de pintura com reação química que acontece na própria peça. O resultado final depende muito do preparo da peça. Se a peça ficar bem lisa, o resultado final é perfeito. A durabilidade é que não é a mesma de uma cromagem convencional. A peça perde o brilho em menos tempo. Mesmo com profissional bem treinado, em 40% das vezes o serviço dá errado e é preciso refazer.”

Há quem pregue a fabricação artesanal de grades de inox para o MP Lafer, que resultaria em peças com menor necessidade de manutenção. Além do problema de falta de originalidade que a peça metálica causaria, haveria o desafio de moldar uma grade esbelta, que ficasse à altura do acabamento esmerado de um MP Lafer.

Nas palavras de Romeu Nardini, diretor do Clube MP Lafer Brasil, “todas as tentativas de fazer essa grade em metal foram desastrosas. Ficam com visual pesado demais, grosseiro. Nunca vi uma que tivesse o mesmo efeito da grade de ABS.”

A boa grade à casa torna

Portanto, a solução para cuidar bem de uma grade de ABS do MP Lafer clássico, é buscar os mesmos profissionais que trabalharam para a Lafer durante os anos em que o carro foi fabricado. Conforme antecipado por Percival Lafer, a Nakahara Nakabara & Companhia Limitada, também conhecia como PlastiCrom, segue em plena atividade.

Além da cromação em peças de plástico ABS, a empresa de São Paulo faz cromação também em peças de alumínio e metais diversos, além de trabalhar com projetos especiais e galvanoplastia.

Acostumados a lidar com clientes da indústria automotiva, de setores de telecomunicação e de redes de hospitais, o pessoal da PlastiCrom tem uma boa notícia: eles atendem os proprietários e restauradores de MP Lafer. No entanto, o Romeu Nardini avisa:

“Se a grade estiver em bom estado, apenas sem brilho, é possível uma segunda cromação. O Nakahara consegue esse milagre. Mas não pode ter nenhum dano, ou risco profundo.”

O Paulo Simão, que tem um MP Lafer em Florianópolis, Santa Catarina, nos traz um bom testemunho dos serviços:

“Em 2015, me deparei com a perda de brilho da minha grade. E mais desesperado fiquei ao saber que não havia solução. Teria de comprar uma nova?

Pergunta daqui e pergunta dali. Acabei por falar com o Toninho (da Tony-Car Restaurações de MP Lafer, de São Bernardo do Campo/SP), que indicou o Nakahara Nakabara. Pensem num atendimento nota 10. Mandei a grade via Sedex e em quinze dias ela estava de volta. Impecável.”

Para quem deseja comprar uma grade nova de MP Lafer, a própria Tony-Car Restaurações encomendou moldes novos das grades, a partir de peças originais, incluindo o modelo inclinado desenvolvido para a versão TI, que teve boa aceitação entre proprietários do MP Lafer clássico. Vale lembrar que existem diferenças sensíveis entre as peças fabricadas até 1978 e as posteriores, além das variações da versão TI.

Serviço:

Nakahara Nakabara & Cia Ltda. – PlastiCrom

Endereço: Avenida Corifeu de Azevedo Marques, 1316 - Butantã
CEP: 05582-001 - São Paulo - SP
Telefones: (11) 3723-4222 e (11) 9-5590-1194
Horário de atendimento: segunda a quinta-feira das 07:00 as 17:00 horas; sexta-feira das 07:00 as 16:00 horas

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Galeria 2019: Pizzolato

A soma deste MP Lafer com a beleza de Vitória, a capital do Espírito Santo ao fundo, resulta num cartão postal, do Brasil para o mundo.
A soma deste MP Lafer com a beleza de Vitória, a capital do Espírito Santo ao fundo, resulta num cartão postal, do Brasil para o mundo.

PAIXÃO ANTIGA E REATADA

O José Carlos Pizzolato é um sujeito de sorte. Ele mora na linda cidade praiana de Vitória, a capital do Espírito Santo; toca guitarra e sua esposa canta muito bem. De quebra ele comprou e restaurou um MP Lafer há alguns anos.

Nós publicamos as primeiras fotos na Galeria de 2011 (lá se vai quase uma década). No ano seguinte recebemos imagens do carro restaurado e um vídeo com uma bela trilha sonora para um passeio de conversível pelas ruas de Vitória.

Com tanta felicidade transbordando no balde, o que o nosso amigo fez? Vendeu o MP Lafer em 2015. Vai entender.

Logicamente bateu o arrependimento e, no começo de 2019, o Pizzolato já estava de MP Lafer novo. Quer dizer: um modelo branco ano 1977. Tivemos a satisfação de ajudar ele a obter o certificado de placa preta para o carro, via contato com o Clube MP Lafer Brasil.

Alguns meses se passaram e finalmente recebemos novas fotos, revelando uma paixão reatada. Nosso voto é que, de agora em diante, tal paixão siga por um longo tempo. Afinal de contas, raramente um cavalo encilhado passa duas vezes diante de nós.

O que você vê nesta imagem? "Uma constelação" seria uma resposta plausível.
O que você vê nesta imagem? "Uma constelação" seria uma resposta plausível.

Um MP, dois Pumas e um estradinha vicinal para curtir carros que foram feitos para isso: explorar as alternativas.
Um MP, dois Pumas e um estradinha vicinal para curtir carros que foram feitos para isso: explorar as alternativas.

Pizzolato ao volante de seu conversível passeando pela orla de Vitória. Deduzimos que sua esposa seja autora da foto.
Pizzolato ao volante de seu conversível passeando pela orla de Vitória. Deduzimos que sua esposa seja autora da foto.

Quem se entusiasma com MP Lafer certamente já ouvir falar do Toninho da Tony-Car Restaurações, de São Bernardo do Campo.
Quem se entusiasma com MP Lafer certamente já ouvir falar do Toninho da Tony-Car Restaurações, de São Bernardo do Campo.


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MP Lafer com motor elétrico que emite sons de Jazz

A capa do disco já está pronta. Só falta gravar as músicas.
A capa do disco já está pronta. Só falta gravar as músicas.

Por Jean Tosetto

Você viu as notícias? Estão querendo acabar com o motor a combustão. Primeiro vão proibir a fabricação deles. Depois vão proibir que carros movidos a combustíveis circulem pelas grandes cidades. Depois vão proibir a venda de gasolina para cidadãos com menos de 120 anos.

Para manter um carro com motor que queima algum derivado do petróleo na garagem, você terá que fazer testes psicológicos anuais para provar que é dependente do cheiro da graxa ou da ferrugem. Você terá que portar um atestado de "graxopata" ou "ferrugético" para evitar o pagamento de multas altíssimas.

Os viciados em carburadores - os "carburólatras" - terão a vida ainda mais complicada. Seus exames deverão ser repetidos a cada seis meses. Todos serão desencorajados a cultivar aquilo que era o símbolo da liberdade no século 20.

A alternativa será se render aos motores elétricos. Os carros modernos ficarão cada vez mais parecidos com smartphones. Seus chassis serão compostos pelas próprias baterias, para manter o centro de gravidade próximo do chão, sendo recarregáveis enquanto dormimos. Esses carros vestirão capas ou cases com estampas fashion, para não ficarem todos parecidos.

Com isso, acabam os roncos dos motores a combustão. Entra a ausência de barulho dos motores elétricos, para o pavor dos granjeiros que deixam os tomates atravessarem as ruas sozinhos.

- Olha o carro! - Pluft..
- Onde? - Pluft...

A namorada não se apressará mais na hora de fazer a maquiagem, pois deixará de ouvir o namorado chegando de moto com escapamento aberto na esquina de casa. A solução? Vão ter que embutir sons artificiais nos motores elétricos.

Engraçado, pois vão proibir os roncos dos motores a combustão, mas não fazem nada contra as músicas que estouram nas paradas de sucesso do YouTube e das rádios. Chamar estas lavagens cerebrais de "música" também deveria ser proibido.

O jeito é promover a resistência. Também estou sabendo que poderemos comprar motores elétricos avulsos para instalar em nossos carros antigos.

Eu prefiro um MP Lafer com motor elétrico rodando do que um MP Lafer original parado na garagem, feito uma múmia recoberta com terracota.

De quebra, já estou bolando um esquema para combater as músicas horríveis que empesteiam a atmosfera: meu MP Lafer com motor elétrico vai emitir sons de Jazz, conforme dirijo ele por aí.

Vou chamar um técnico em mixagem de sons para destrinchar todas as músicas do conjunto "The Dave Bubreck Quartet", separando cada instrumento num canal específico, que depois será integrado aos comandos do meu MP Lafer.

Em primeiro lugar vou amalgamar o saxofone de Paul Desmond no pedal do acelerador. As notas serão progressivas, conforme o carro ganhar velocidade.

No pedal do freio vou salientar os dedilhamentos de piano do próprio Dave Bubreck. Deste modo, diminuir a velocidade do MP será tão prazeroso quando acelerar.

Ao volante serão programadas as viradas de baixo de Eugene Wright. Conforme viramos a direção para a esquerda ou para a direita, alteramos o andamento do som.

Passar por lombadas, valetas e buracos - ou mesmo parar num cruzamento com farol vermelho - também será divertido: abaixo de 10 km/h o motor elétrico acionará os solos de bateria de Joe Morello em modo randômico, para evitar repetições nos engarrafamentos.

Assim que o MP retomar a velocidade, os demais instrumentos musicais tocarão novamente.

Cada viagem será como compor uma nova música de Jazz, cheia de improvisos - mas com um sentido edificante. Um simples passeio - uma ida na padaria - ganhará melodias de Jazz irrepetíveis.

Na dúvida, um gravador automático será acoplado na caixa preta do carro, para registrar na memória as melhores criações; cuja autoria terá que ser dividida entre as estradas com suas curvas sinuosas, os outros veículos com seus comportamentos aleatórios, o motor elétrico do MP Lafer e, logicamente, quem estiver ao volante.

Não sei se libero este mecanismo para outros carros. Pensando bem, seria muito bom cruzar com outro MP Lafer jazzístico na pista, entrelaçando sons harmônicos e complementares.

Portanto, nem tudo está perdido. Só se inventarem motor elétrico que emite sons de forrónejo gospel universitário. Neste caso, prefiro sublimar num carburador gigante.

Aproveite a vida antes da distopia ocorrer, curta The Dave Bubreck Quartet agora!


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Alemanha 2019: reverberações

Branca e Percival lafer passando pelo bairro "Brasilien" em Schönberg no norte da Alemanha.
Branca e Percival lafer passando pelo bairro "Brasilien" em Schönberg no norte da Alemanha.

Seja no Brasil ou na Alemanha, um encontro de MP Lafer nunca fica restrito aos dias do evento. Sempre tem uma foto nova para compartilhar e algo cavado nos arquivos digitais para ser revelado, mediante o reavivamento do entusiasmo pelo tema, que tais acontecimentos despertam.

Em agosto de 2019 os alemães reuniram 16 conversíveis no norte do país e o amigo do site mplafer.net pode ter uma ideia do que foi este evento, em artigo publicado no começo de setembro.

Dias depois recebemos de Ludwig Stolz mais duas imagens que não poderíamos guardar: elas mostram o criador do MP Lafer e sua esposa curtindo o resultado de um projeto que está para completar 47 anos em novembro próximo. Eis um projeto que virou realidade.

A Família Stolz emprestou seu MP Lafer apelidado de "Ayrton" para que o Casal Lafer pudesse desfrutar dos passeios realizados durante o encontro anual da marca na Alemanha.
A Família Stolz emprestou seu MP Lafer apelidado de "Ayrton" para que o Casal Lafer pudesse desfrutar dos passeios realizados durante o encontro anual da marca na Alemanha.

Também recebemos de Miro Dudek um lindo vídeo produzido pelo MP Lafer Germany, publicado no YouTube. Uma pena que não tem funkeiras rebolando nele, pois a audiência nestes casos cai severamente. Porém, a gente faz a nossa parte, divulgando tudo que ajuda a preservar a memória do carro que a gente tanto admira.


De brinde, o Miro também nos encaminhou duas páginas digitalizadas da revista alemã Auto Motor und Sport, que na edição de julho de 1977 publicou uma reportagem de Karl Ludvigsen sobre o MP Lafer.

O leitor atento do site mplafer.net já conhece um pouco do trabalho de Ludvigsen, que esteve no Brasil em novembro de 1976 para, entre outras coisas, conhecer a fábrica da Lafer, cujo levantamento fotográfico está arquivado na Universidade de Stanford, nos Estados Unidos.

Vamos registrar ainda que as imagens que Dudek nos passou chegaram até ele via Eduardo Batelli. Clique nelas para ampliar.

Página 114 digitalizada da revista alemã Auto Motor und Sport em sua edição de julho de 1977. Clique na imagem para ampliar.
Página 114 digitalizada da revista alemã Auto Motor und Sport em sua edição de julho de 1977. Clique na imagem para ampliar.

Página 116 digitalizada da revista alemã Auto Motor und Sport em sua edição de julho de 1977. Clique na imagem para ampliar.
Página 116 digitalizada da revista alemã Auto Motor und Sport em sua edição de julho de 1977. Clique na imagem para ampliar.

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