Crônicas em Marcha (para engatar dias melhores)

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Esta antologia de textos publicados na Revista MotorMachine entre março de 2013 e setembro de 2015 é um brinde aos carros antigos e esportivos, aos lugares turísticos, às viagens com belas companhias e sobretudo ao valor das amizades.

Sinopse

Em 2011 o arquiteto Jean Tosetto já tinha uma carreira bem estabelecida e uma vida pacata no interior de São Paulo. Porém, faltava-lhe algo: escrever um livro. Ele observou seu automóvel na garagem e resolveu contar sua história. Assim nasceu “MP Lafer: a recriação de um ícone”. A obra foi concluída no final do ano seguinte, sendo encaminhada para algumas editoras.

Após levar portas na cara, o autor novato decidiu imprimir seu sonho por conta própria. Graças a Horacio Zabala, o acordo foi fechado com a Gráfica Gandrei, do interior de Santa Catarina. Os resultados promissores deixaram Tosetto em dívida de gratidão com o argentino, que no verão de 2013 estava lançando a Revista MotorMachine.

O pagamento se deu na forma de colaboração com o novo título, que circularia em eventos ligados ao automobilismo no Sul e Sudeste do Brasil. Incialmente, Tosetto escreveria uma crônica limitada a uma página por edição, mas logo ganhou mais espaço e atribuições, atuando também como repórter de campo e fotógrafo, além de revisar alguns artigos de outros colaboradores.

A experiência durou quatorze números, até o segundo semestre de 2015, período no qual o arquiteto aprendeu a ser um escritor recorrente, trabalhando com limitações de orçamento, prazos e espaços exíguos, dado que as páginas da MotorMachine tinham que prestigiar os anunciantes. Aprender, portanto, foi a principal remuneração.

Após o fim da revista, Tosetto escreveu seu segundo livro, a convite do Professor Ênio Padilha. “Arquiteto 1.0 – Um manual para o profissional recém-formado” lhe rendeu a primeira experiência como escritor pago para fazer seu trabalho – algo que se intensificou quando ingressou no time da Suno Research em 2017, emplacando bestsellers como o “Guia Suno Dividendos”, numa parceria profícua com Tiago Reis.

“Crônicas em Marcha” reúne 34 textos de Jean Tosetto publicados na Revista MotorMachine, enriquecidos por mais de uma centena de imagens. São palavras de entusiasmo dedicadas aos carros antigos e esportivos, ao turismo, aos trens, aos prazeres de curtir uma viagem com uma bela companhia – e também aos amigos.

De acordo com Percival Lafer, que assina o prefácio deste e-book, os textos do Jean “são primorosos, fluem deliciosamente com suas imaginativas comparações com fatos, coisas e pessoas, que se encaixam como uma luva nas suas narrativas. Sua entrada em outros temas, como na Economia, hoje central em seu trabalho, é fruto de sua vasta cultura e experiência, o que lhe dá suporte a esta 'nova' atividade”.

Sobre o autor

Jean Tosetto (1976) é arquiteto e urbanista graduado pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas, São Paulo. Tem escritório próprio desde 1999. O autor de “MP Lafer: a recriação de um ícone” (2012) e “Arquiteto 1.0 – Um manual para o profissional recém-formado” (2015) é editor associado de livros da Suno Research desde janeiro de 2017.

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Feliz Natal e Próspero 2021!

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Bom dia amigo Laferista,

O Encontro Nacional do MP Lafer, que estava previsto para o período de 26 a 28 de março de 2021, data em que ainda não haverá a imunização da maior parte da população, foi adiado para os dias 17 a 19 de setembro de 2021.

É o terceiro adiamento que fazemos, sempre visando a segurança dos participantes e o sucesso do evento.

Com a nova data escolhida, por ser bem postergada, acreditamos em maiores chances de retorno às condições próximas da normalidade em termos de convivência social da população.

O nosso desejo é que todos participem.

Gostaríamos de contar com MPs vindos dos mais distantes locais do Brasil.

As reservas já efetuadas no Hotel Majestic, local do evento, estão mantidas, sendo que, devido ao adiamento de diversos eventos no referido hotel, as vagas podem se escassear em pouco tempo.

Quem ainda não fez sua reserva, é bom se apressar.

Finalmente, em nome do Clube, desejo um Feliz Natal a todos e até 2021.

Walter Barboza de Arruda

Presidente do Clube do MP Lafer do Brasil

Relembrando:

"O Encontro terá início numa sexta-feira a partir das 17:00 horas, e se prolongará até o domingo. Quem preferir ir e voltar, sem se hospedar, estará livre para fazê-lo.

O hotel possui ampla área para estacionar mais de 100 veículos e suas dependências são equipadas com área de lazer, piscina aquecida, salão de convenções e de jogos.

Para evitar falta de vagas e não causar preocupação para o hotel, é melhor fazer sua reserva imediatamente, tendo em vista que o nosso Clube não tem suporte financeiro para bloquear apartamentos.

O telefone para reservas é (11) 3217.9800 de segunda a sexta-feira das 08:00 às 17:00 horas ou e-mail: reservas@hotelmajestic.com.br, devendo ser citado o evento do MP."

Walter Barboza de Arruda - Presidente

(11) 97122.6260 – walter.mplafer@uol.com.br

Romeu Nardini - Diretor

(11) 99154.4536 - meco98@uol.com.br

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O Fusca ao lado do MP Lafer na garagem do Júnior: paixão refrigerada a ar.
O Fusca ao lado do MP Lafer na garagem do Júnior: paixão refrigerada a ar.

Chegamos ao mês de dezembro de 2020. Desta vez não teremos o tradicional almoço de fim de ano do Clube MP Lafer Brasil. As razões, para quem está vivendo estes tempos estranhos, estão mais do que claras. Num período com tanta gente nos deixando mais cedo, não faria sentido realizar uma comemoração que apenas aumentaria o risco de mais pessoas engrossarem estas estatísticas, sempre frias, que convertem sentimentos em números.

Mas aqui no site mplafer.net as atualizações continuam. Seguimos defendendo o legado desta marca que tem a capacidade de agregar entusiastas ao redor do mundo e não podemos desistir desse compromisso, que ninguém nos obrigou a assumir lá atrás, mas que sempre renovamos com o prazer semelhante àquele que sentimos ao volante deste conversível.

Hoje nós trazemos para os amigos da página o MP Lafer 1977 que o Ariovaldo Honório da Silva Júnior, de Limeira, no interior de São Paulo, comprou do Emilio Fezzi. Ao enviar a foto de seu carro, ele nos perguntou sobre a originalidade do mesmo e respondemos positivamente, recomendando que fizesse seu cadastro junto à diretoria do Clube do MP.

O contato foi feito ainda em 2019, mas somente agora tivemos a oportunidade de publicar a imagem. Temos uma fila de MPs para postar na seção Galeria e esperamos continuar esta rotina em 2021. Para tanto, reforçamos o pedido mais do que batido: cuidem-se bem, evitem deslocamentos desnecessários, usem máscaras fora de casa e lavem as mãos com frequência, sempre mantendo um distanciamento seguro de outras pessoas.

Se tudo correr bem, em breve divulgaremos novos eventos envolvendo o MP Lafer, quando poderemos nos reunir pessoalmente para recuperar o tempo perdido, sempre dando valor ao que temos de mais importante: nossas vidas.

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O MP Lafer 1983 estacionado diante do Estádio Mangueirão, em Belém do Pará.
O MP Lafer 1983 estacionado diante do Estádio Mangueirão, em Belém do Pará.

O MP LAFER NÃO PÁRA: TEM MP LAFER NO PARÁ

Estamos sempre com o radar ligado nas redes sociais. Nunca se sabe de onde vem uma colaboração para o mplafer.net - estas fotos vieram pelo nosso perfil no Twitter, por exemplo. Foram enviadas pelo Alacid Barreto Rodrigues. Ele mora em Ananindeua, o segundo município mais populoso do Pará, na região metropolitana de Belém, a capital do estado.

Ele fez um passeio de MP Lafer pela região e suas fotos revelam alguns pontos turísticos do entorno, como o Mangueirão, como é conhecido o Estádio Olímpico do Pará (cuja denominação oficial é: "Estádio Estadual Jornalista Edgar Augusto Proença"), palco dos clássicos entre Remo e Paysandu, times de futebol que já disputaram a primeira divisão do campeonato nacional.

O Mangueirão foi inaugurado em 1978 e tem capacidade para 45 mil espectadores. Recebe também os jogos do Sport Club Belém. Como já havia sido reformado no ano 2000, o Mangueirão precisava de poucos ajustes para ser uma das sedes da Copa de 2014, disputada no Brasil. Porém, os organizadores escolheram levar a sede amazônica dos jogos para Manaus, onde construíram um "elefante branco" com o dinheiro do contribuinte.

O para-choque deste MP Lafer tem uma haste superior que não existia na peça original.
O para-choque deste MP Lafer tem uma haste superior que não existia na peça original.

Belém é uma cidade pujante, fundada em 1616 pelos portugueses que colonizaram o Brasil e que ali estabeleceram um porto que se revelou de importância estratégica comercial e militar, ao longo dos séculos. Atualmente conta com cerca de 1,5 milhão de habitantes, sendo a segunda cidade mais populosa da Região Norte e a 12º do Brasil.

Em 2016 o governo estadual do Pará avançou com o prolongamento da Avenida João Paulo II, importante ligação entre Belém e Ananindeua. Sobre os lagos Bolonha e Água Preta foram construídas pontes de estruturas metálicas formando arcos superiores, devidamente montadas em terra firme e deslocadas sobre os poucos pontos de apoio imersos nos recursos hídricos. O local tornou-se uma espécie de cartão postal da cidade.

Seria o Batmóvel na chefatura da polícia de Gotham City? Não: é o MP Lafer diante de uma biblioteca.
Seria o Batmóvel na chefatura da polícia de Gotham City? Não: é o MP Lafer diante de uma biblioteca.

Nosso breve passeio termina diante da Biblioteca Municipal Avertano Rocha, no Distrito de Icoaraci em Belém do Pará. O belo prédio, de estilo eclético típico da Belle Époque, foi construído por um português que deu nome ao chalé: Tavares Cardoso, livreiro que enriqueceu na cidade durante o Ciclo da Borracha, que teve o auge no Brasil entre 1880 e 1910.

Em 1972 a edificação foi encampada pela municipalidade, sendo integrada ao Ginásio Municipal. Mesmo assim, ficou décadas abandonada até de ser restaurada em 1999, passando a abrigar, também, o Museu de Artes Populares.

Assim encerramos mais uma atualização do nosso site, que incentiva a curtição pelo MP Lafer e o prazer da leitura, sem ressalvas. Seguimos cultivando esses valores por tempo indefinido. Até a próxima!


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Passeio informal até Ibiúna - 2020

Posto Shell na Rodovia Raposo Tavares, pertinho de São Paulo.
Posto Shell na Rodovia Raposo Tavares, pertinho de São Paulo.

Gilberto Martines escrevem em 17 de outubro de 2020:

Esta semana o nosso grupo paulistano combinou de fazer um passeio com os MPs. Nosso amigo laferista Renato Bicudo tem um amigo chamado Marcelo, que é colecionador e tem uma garagem maravilhosa na cidade de Ibiúna, na região de Sorocaba, no interior de São Paulo.

O Marcelo convidou o Bicudo para conhecer a garagem dele e estendeu o convite para ele levar alguns amigos. Assim surgiu a ideia de irmos conhecer a garagem com os MPs, fazendo um pequeno passeio.

Combinamos de nos encontrar no km 10 da Rodovia Raposo Tavares, no posto Shell às 10 horas, e seguir até a cidade de São Roque, que fica bem próximo de Ibiúna. O nosso amigo Jabá sugeriu almoçarmos no restaurante e vinícola Quinta do Olivardo, de culinária portuguesa. 

Saímos do posto as 10 horas e próximo das 12 horas já estávamos no restaurante. Fomos muito bem recebidos pelo próprio Olivardo. O nosso grupo estava com mais de dez MPs. O restaurante também estava recebendo um grupo de proprietários de Mini Cooper e um outro grupo de motociclistas.

O restaurante conta com uma boa estrutura para receber os clientes e uma área de recreação com lago, pedalinhos, tirolesa  e quiosques. Almoçamos muito bem e seguimos para Ibiúna para conhecer a garagem onde fomos recebidos pelo Marcelo, que nos deixou muito a vontade para visitar e conhecer sua coleção de automóveis antigos.

Sua garagem é decorada com muito bom gosto, além guardar de carros maravilhosos. Seguem algumas fotos desse nosso passeio muito agradável. Quero aproveitar para mandar um abraço a todos os amigos laferistas e ao Marcelo, pela oportunidade de conhecer suas joias.

MPs de primeira na Quinta do Olivardo.
MPs de primeira na Quinta do Olivardo.

Mini Cooper: modelo contemporâneo que resgata uma proposta antiga de sucesso.
Mini Cooper: modelo contemporâneo que resgata uma proposta antiga de sucesso.

Quinta do Olivardo: lugar aprazível para almoçar nos fins de semana.
Quinta do Olivardo: lugar aprazível para almoçar nos fins de semana.

Cabine telefônica ao lado da geladeira: para conversar de cuca fresca.
Cabine telefônica ao lado da geladeira: para conversar de cuca fresca na garagem do Marcelo.

Nash Rambler 1952: carro difícil de ver nos encontros brasileiros.
Nash Rambler 1952: carro difícil de ver nos encontros brasileiros.

Ferrari e Corvette: europeus e americanos lado a lado na garagem de Ibiúna.
Ferrari e Corvette: europeus e americanos lado a lado na garagem de Ibiúna.

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Galeria 2020: Henriques

O casal Henriques antes da largada do passeio do Clube MP Lafer Brasil para Artur Nogueira, em 2019.
O casal Henriques antes da largada do passeio do Clube MP Lafer Brasil para Artur Nogueira, em 2019.

Estofamento em tom caramelo com painel e volante de madeira ante o capô amarelado: cores quentes para um conversível tropical.
Estofamento em tom caramelo com painel e volante de madeira ante o capô amarelado: cores quentes para um conversível tropical.

Beleza e originalidade: atributos que valorizam o MP Lafer.
Beleza e originalidade: atributos que valorizam o MP Lafer.

GIALLO & BIANCO

Quando a gente fala em 2019, ainda no segundo semestre de 2020, parece que foi há tanto tempo! Essa percepção está obviamente contaminada pelos efeitos da longa pandemia que estamos vivendo, que nos impôs quarentenas de durações e graus e variados.

Mas foi em 2019 que fotografamos o MP Lafer do Sérgio Henriques, pouco antes da largada do 23º Passeio do Clube MP Lafer Brasil, realizado para Artur Nogueira. No relato deste evento, inclusive, o Sérgio aparece com destaque, numa fotografia realizada com os carros em movimento.

Naquele dia ele nos contou que havia comprado seu MP Lafer depois de muitos anos de casado, mas que no seu tempo de solteiro, tinha simplesmente um Bianco 1977 que adorava. Ser jovem e guiar um carro como este no Brasil, nos idos de 1980, era como ter um passaporte para a felicidade.

Segundo Henriques, seu Bianco havia sido da esposa do apresentador Nelson Rubens, que também é entusiasta do MP Lafer. Morador da Grande São Paulo, ele ia com seu carro para o litoral e para a montanha, até que seu namoro ficou sério.

Como o Bianco era seu único bem na época, Sérgio teve que vender o carro para poder se casar e começar uma nova família. Na ocasião, ele anunciou o modelo no jornal de classificados Primeiramão. Imediatamente apareceram três interessados no seu raríssimo exemplar perolado do tipo Targa, o que o permitiu vender o carro pelo melhor preço possível.

Mais de um terço de século depois, já com um MP Lafer amarelo em sua garagem, Sérgio teve o prazer de conhecer Toni Bianco pessoalmente, num evento promovido em sua homenagem, também em 2019. Parece que foi há tanto tempo... mas foi apenas no ano passado.

Sérgio Henriques e seu Bianco 1977, durante viagem para Campos do Jordão, na década de 1980.
Sérgio Henriques e seu Bianco 1977, durante viagem para Campos do Jordão, na década de 1980.

Henrique teve que vender seu Bianco em 1985, para poder se casar.
Henrique teve que vender seu Bianco em 1985, para poder se casar.

Toni Bianco em Sérgio Henriques: o encontro do criador do Bianco com um de seus grandes entusiastas, em 2019.
Toni Bianco em Sérgio Henriques: o encontro do criador do Bianco com um de seus grandes entusiastas, em 2019.


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MP Lafer ao vivo e a cores

Reprodução de frame da primeira live sobre o MP, com Percival Lafer comentando a inserção do carro num filme de James Bond com cenas rodadas no Rio de Janeiro.
Reprodução de frame da primeira live sobre o MP, com Percival Lafer comentando a inserção do carro num filme de James Bond com cenas rodadas no Rio de Janeiro.

 

Em duas lives históricas com a participação de Percival Lafer e dirigentes do Clube do MP, são cinco horas de conversa sobre o conversível brasileiro.

O ano de 2020 bagunçou a normalidade saturada que a civilização estava vivendo até 2019. Diante de tanta tristeza provocada por uma doença causada por um vírus com nome de remédio (Covid-19: quem foi o gênio da publicidade que bolou este nome pela OMS?), boa parte da humanidade se retraiu em quarentena, estabelecendo um ritmo mais lento de atividades.

Como resultado da adoção do home office em milhares de empresas e escolas ao redor do planeta, surgiram as lives de todos os tipos - algumas tão saborosas quanto inesperadas e outras tão nocivas quanto espirrar perto de alguém sem usar a máscara, com gente difundindo ideologias extremistas, além daquelas músicas compostas por aplicativos randômicos.

Coube ao Clube do Carro Antigo do Brasil identificar uma lacuna sobre as histórias envolvendo veículos especiais que encantaram os brasileiros em décadas passadas. Ricardo Luna e Fábio Pagotto organizaram lives para falar sobre o SP2, a Kombi, o Galaxie, o Maverick e o Opala, além de contar a história da fusão temporária entre a Ford e a Volkswagen no Brasil, por meio da Autolatina. Para tanto, eles convidaram personagens correlatos: ex-funcionários das empresas, dirigentes de clubes e especialistas nas marcas. Um prato cheio para quem gosta de ferrugem.

Em setembro chegou a vez do MP Lafer. A conversa na primeira live foi tão boa que os organizadores repetiram a dose na semana seguinte, oferecendo aos entusiastas da marca um registro histórico: mais uma demonstração do carisma que esse conversível de linhas clássicas e esportivas exerce sobre as pessoas, mesmo aquelas que não são aficionadas pelo tema.

Participaram das duas lives sobre o MP Lafer, além dos organizadores: Flávio Fernandes, engenheiro aposentado da Ford e proprietário de MP Lafer; Paulo Guino, engenheiro aposentado da Volkswagen e proprietário de MP Lafer (isso diz algo sobre a qualidade do modelo); Walter Barboza e Romeu Nardini, diretores do Clube MP Lafer Brasil, Antonio Ferreira da Cruz, o Toninho da Tony Car, oficina de restauração especializada em MP Lafer; Jean Tosetto, autor do livro "MP Lafer: a recriação de um ícone"; e Percival Lafer, simplesmente o idealizador do MP Lafer.

Ajeite-se bem na sua poltrona, pois são quase cinco horas de conversas sobre as histórias e os mitos do MP Lafer - e também do Lafer LL, não é mesmo, Flávio?

Parte 1: 



Parte 2:



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