CAAT on the Road 2014

MP Lafer 1981 devidamente "trajado" para o rally de 2014.
MP Lafer 1981 devidamente "trajado" para o rally de 2014.

O CAAT - Clube de Autos Antigos de Taubaté - realizou mais um rally de regularidade na Serra da Mantiqueira, com ótima participação dos sócios.

Por Aldo Fusco

No dia 31 de agosto de 2014 realizamos o 4º CAAT on the Road - 100 Milhas na Serra, com a participação de  49 carros.

Este ano, o MP Lafer foi representado por dois exemplares: um clássico preto 1981 e o meu Ti 1978 azul.

Os carros se comportaram muito bem tanto nas estradas asfaltadas como nas de terra e como curiosidade foram conduzidos por duplas femininas.

Fica o convite para você participar no ano que vem, no dia 23 de agosto de 2015, um domingo.


O MP 1981 recebeu o numeral 13, antes da largada.
O MP 1981 recebeu o numeral 13, antes da largada.


O MP Lafer Ti 1978 azul, com o numeral 26, guiado por uma dupla feminina.
O MP Lafer Ti 1978 azul, com o numeral 26, guiado por uma dupla feminina.

Prova de resistência: os MPs atravessam estradas vicinais na Serra da Mantiqueira.
Prova de resistência: os MPs atravessam estradas vicinais na Serra da Mantiqueira.

100 milhas depois todos chegaram inteiros ao fim da jornada.
100 milhas depois todos chegaram inteiros ao fim da jornada.

CAAT é o primeiro clube de carros antigos sustentável do Brasil.

Por Paula Guino

O Clube de Autos Antigos de Taubaté (CAAT) fecha parceria com o Projeto Carbon Stop CentroTour® para compensação de carbono de seus encontros. O IV CAAT ON THE ROAD, ocorrido no último dia 31 foi o primeiro evento sustentável da categoria no Brasil com 50 veículos em rota de 140 km.

Folder promocional da 3G3. Clique para ampliar.
Folder promocional da 3G3. Clique para ampliar.

A iniciativa partiu do associado Paulo Guino, entusiasta da categoria e participante do evento com três de seus veículos antigos.  Premiados na categoria de melhor equipe, destacaram-se também por sua pioneira participação feminina com a presença de Célia Guino, Paula Guino, Juliana Guino e Mariana Sapienza. Paulo e seu navegador Alexandre Camargo conquistaram também a 5ª. colocação no evento.

A parceria com o Projeto Carbon Stop, realizado pela CentroTour®, empresa do segmento de eventos corporativos, conta também com o apoio da empresa 3G3 - Guino Consultoria Empresarial e Guino & Motta Sociedade de Advogados. O projeto é pioneiro em seu segmento de atuação, quantifica a emissão de gás carbônico equivalente, que é uma padronização do potencial de aquecimento global e através de ferramenta de cálculo resulta no plantio de árvores para a compensação das emissões de carbono.

O entusiasta do CAAT, Paulo Guino, fazendo a sua parte.
O entusiasta do CAAT, Paulo Guino, fazendo a sua parte.

A metodologia escolhida é a da “Estimativa da Biomassa de Carbono em Áreas Restauradas com Plantio de Essências Nativas” do Centro de Métodos Quantitativos do Departamento de Ciências Florestais ESALQ-USP. O Carbon Stop já plantou 1.245 árvores e conta com a parceria do Projeto Floresta Sustentável em Praia do Forte / Bahia.

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Mooca reúne antigos para comemorar aniversário

O MP Lafer do Giba: presença constante nos eventos da Grande São Paulo.
O MP Lafer do Giba: presença constante nos eventos da Grande São Paulo.

A Mooca, tradicional bairro de São Paulo, completa 458 anos em 2014 com direito a um encontro de carros antigos.

Por Gilberto Martines

Estou enviando algumas fotos da exposição de carros antigos que ocorreu neste ultimo final de semana no nosso querido e tradicional bairro da Mooca (São Paulo).

O bairro da Mooca completa neste mês 458 anos, mais precisamente no dia 17 de agosto, e para comemorar esta data tão especial os festejos durarão o mês inteiro com Feira Gastronômica, Missa de Ação de Graças, Noite Italiana, partida de futebol entre a seleção da Mooca versus seleção do nosso Juventus, na Rua Javari, e exposição de carros antigos.

A exposição dos carros antigos foi realizada domingo, 17 de agosto de 2014, organizada pela a Associação dos Proprietários de Veículos Antigos do Estado de São Paulo, que convidou todos os antigomobilistas para participar das festividade de 458 anos da Mooca, com inicio as 8:00 horas e término previsto para as 13:00 horas, no Centro Esportivo da Mooca.

A entrada foi feita pela Rua Taquari pelo portão 01 e para participar bastava doar um quilo de alimento não perecível. O evento contou com a participação de 14 clubes de veículos antigos filiados, e da Escuderia de Motociclismo Pepe Legal.

Eu e o Airton Fernandes estivemos presente no evento, representando o Clube do MP Lafer Brasil. A exposição estava muito boa e o local é muito agradável. Compareceram muitos carros antigos.

Neste espaço, todo 3° domingo do mês é realizado pela A.P.V.A do Estado de São Paulo o encontro de carros antigos, neste mês completou 23° evento.

Gostaria de aproveitar para convidar os nossos amigos laferistas para participarem nesse encontro que vem melhorando a cada edição, e parabenizar o nosso amigo Carlos Guimarães, responsável pelo evento.

Este Mini GT 1972 carrega a tradição inglesa de pequenos esportivos.
Este Mini GT 1972 carrega a tradição inglesa de pequenos esportivos.

O Dodge 1957 ganhou uma cor mais moderna e rodas personalizadas.
O Dodge 1957 ganhou uma cor mais moderna e rodas personalizadas.

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Carros antigos em Piracicaba - 2014

O Engenho Central, nas margens do Rio Piracicaba, é um lugar de atmosfera ideal para um encontro de carros antigos.
Por Jean Tosetto

Neste domingo que passou (17 de agosto de 2014) a programação era seguir para Holambra, no interior de São Paulo, para acompanhar uma corrida de tratores. Terrão, motores cuspindo fumaça de óleo diesel, sol para rachar a cuca - um programa nada palatável para a esposa e a criança de apenas um aninho. Então resolvi mudar o script e levar minhas princesas para um lugar mais charmoso, de preferência que tivesse sombra e água fresca.

Em cima da hora avisei lá em casa: "Vamos para a Rua do Porto em Piracicaba". Chegando lá, um som mais do que agradável entorpeceu nossos ouvidos, misturado com o ruído gostoso das corredeiras do Rio Piracicaba. A música vinha da outra margem, lá do Engenho Central, onde acontecia o XV Encontro de Veículos Antigos de Piracicaba, organizado pelo CVAP

Confesso que não sabia de nada. Na verdade queria ficar um pouco longe desses carros antigos, mas eles me perseguem. Aí não teve jeito: tive que sacar a máquina e fotografar. Selecionei algumas imagens para os amigos do site mplafer.net - esperando que apreciem tanto quanto a Renata e a Carol, que me acompanharam neste delicioso passeio.

Este Chevelle 1968 estava impecável. As rodas raiadas não são originais, mas combinaram perfeitamente com o modelo.
Este Chevelle 1968 estava impecável. As rodas raiadas não são originais, mas combinaram perfeitamente com o modelo.

"O presidente João Goulart um dia falou na TV que a gente ia ter muita grana para fazer o que bem entender. Eu vi um futuro melhor no painel do meu Simca Chambord (1962)" - Camisa de Vênus.
"O presidente João Goulart um dia falou na TV que a gente ia ter muita grana para fazer o que bem entender. Eu vi um futuro melhor no painel do meu Simca Chambord (1962)" - Camisa de Vênus.

Essa árvore no Engenho Central de Piracicaba é um exemplo de perseverança. Alguém - ou algo - a quis derrubar, mas ela seguiu forte, encontrando um novo ponto de equilíbrio.
Essa árvore no Engenho Central de Piracicaba é um exemplo de perseverança. Alguém - ou algo - a quis derrubar, mas ela seguiu forte, encontrando um novo ponto de equilíbrio.

Sabem daquela brincadeira de dar um tapinha na cabeça do cara ao lado? É por causa de um Fusca azul como este daí.
Sabem daquela brincadeira de dar um tapinha na cabeça do cara ao lado? É por causa de um Fusca azul como este aí.

Esta Alfa Romeo Spider Duetto 1967 é tão linda que mereceu uma foto em preto e branco, logo depois da chuva que caiu em Piracicaba.
Esta Alfa Romeo Spider Duetto 1967 é tão linda que mereceu uma foto em preto e branco, logo depois da chuva que caiu em Piracicaba.

E esta máquina italiana conversível é tão bonita que mereceu outra foto, em versão colorida.
E esta máquina italiana conversível é tão bonita que mereceu outra foto, em versão colorida.

Antes de ir embora, uma última clicada neste Hot Rod com algum resquício de Ford 1929 e faixas brancas no rodado dianteiro, mescladas com a bandeira quadriculada em labareda na carroceria.
Antes de ir embora, uma última clicada neste Hot Rod com algum resquício de Ford 1929 e faixas brancas no rodado dianteiro, mescladas com a bandeira quadriculada em labareda na carroceria.

MPs em Piracicaba 2013

A ponte de ferro sobre o Rio Jaguari em Cosmópolis

A série "Hunting Roads" visita uma estrutura metálica centenária, que já serviu de ponte para uma ferrovia e hoje faz parte de uma estrada vicinal.


 Esta ponte de estrutura metálica fez parte da ferrovia da Cia. Carril Funilense, inaugurada em 1899, que partia do centro de Campinas e chegava onde hoje se situa o município de Cosmópolis. Quando os trens que recolhiam o café parou de circular no começo da década de 1960, a ponte foi adaptada para o uso de automóveis, sendo abandonada na virada do século. Dez anos depois, com a implantação da praça de pedágio na rodovia que liga Paulínia a Cosmópolis, a ponte foi reformada para funcionar como alternativa de ligação entre as cidades.
Esta ponte de estrutura metálica fez parte da ferrovia da Cia. Carril Funilense, inaugurada em 1899, que partia do centro de Campinas e chegava onde hoje se situa o município de Cosmópolis. Quando os trens que recolhiam o café parou de circular no começo da década de 1960, a ponte foi adaptada para o uso de automóveis, sendo abandonada na virada do século. Dez anos depois, com a implantação da praça de pedágio na rodovia que liga Paulínia a Cosmópolis, a ponte foi reformada para funcionar como alternativa de ligação entre as cidades paulistas.

Para chegar até a ponte sobre o Rio Jaguari, quem sai de Paulínia precisa percorrer alguns quilômetros de uma estrada de terra bem judiada. Por isso deixamos o MP Lafer na garagem e usamos um utilitário, que deixamos devidamente estacionado numa pequena ilha de retorno junto da velha estrutura construída com tecnologia britânica.
Para chegar até a ponte sobre o Rio Jaguari, quem sai de Paulínia precisa percorrer alguns quilômetros de uma estrada de terra bem judiada. Por isso deixamos o MP Lafer na garagem e optamos por um utilitário, que deixamos devidamente estacionado numa pequena ilha de retorno junto da velha estrutura construída com tecnologia britânica.

O acesso até a margem do Rio Jaguari é feito por uma trilha que serpenteia a mata ciliar da região. Uma árvore parcialmente tombada forma um pórtico informal de um parque que sequer existe no papel, mas é frequentado por ciclistas, motoqueiros e amantes da natureza.
O acesso até a margem do Rio Jaguari é feito por uma trilha que serpenteia a mata ciliar da região. Uma árvore parcialmente tombada remete a um pórtico informal de um parque que sequer existe no papel, mas é frequentado por ciclistas, motoqueiros e amantes da natureza.

Aos poucos a visão da ponte vai se descortinando por detrás das árvores e folhas secas. Um clima de mistério é embalado nos sons das águas correndo pelas pedras do leito do rio, até que se avista uma escadinha improvisada para descer a barranca que dá acesso a uma pequena praia.
Aos poucos a visão da ponte vai se descortinando por detrás das árvores e folhas secas. Um clima de mistério é embalado nos sons das águas correndo pelas pedras do leito do rio, até que se avista uma escadinha improvisada para descer a barranca que dá acesso a uma pequena praia.

Logo abaixo da ponte conseguimos captar a imagem do muro de pedra que sustenta uma extremidade da mesma. Neste ponto, porém, por mais que nossa câmera tenha uma lente de grande angular, não foi possível enquadrar e estrutura como um todo.
Logo abaixo da ponte conseguimos captar a imagem do muro de pedra que sustenta uma extremidade da mesma. Neste ponto, porém, por mais que nossa câmera tenha uma lente de grande angular, não foi possível enquadrar e estrutura como um todo.

Se há algum aspecto positivo na estiagem histórica que acometeu o estado de São Paulo, é o fato dos níveis dos rios terem baixado a ponto de se poder caminhar sobre as lajes de pedra que formam alguns deles. Foi deste modo que conseguimos nos colocar nesta posição para fazer a imagem.
Se há algum aspecto positivo na estiagem histórica que acometeu o estado de São Paulo, é o fato dos níveis dos rios terem baixado a ponto de se poder caminhar sobre as lajes de pedra que formam alguns deles. Foi deste modo que conseguimos nos colocar nesta posição para fazer a imagem.

Alguns passos para a direita e encontramos o ponto de fuga da perspectiva abaixo do centro da ponte. Ganhamos também a linda visão do reflexo da treliça no espelho de água. A moto passando confere uma ótima noção de escala. Nossa estimativa é que a ponte vence cerca de 48 metros de vão, com vigamento de 6 metros de altura, distantes 8 ou 9 metros do nível da água.

Eis a foto que valeu o dia, e que perseguímos desde o início do passeio. Escolhemos fazer ela em preto e branco, com um distanciamento maior, para salientar a quietude e a solidão atemporal que nos cala fundo na alma. Uma equilibrada composição que mescla a intervenção humana com a riqueza de um ambiente natural. Uma ponte ordinária que, no entanto, conseguiu ligar o século 19 ao século 21.
Eis a foto que valeu o dia, e que perseguímos desde o início do passeio. Escolhemos fazer ela em preto e branco, com um distanciamento maior, para salientar a quietude e a solidão atemporal que nos cala fundo na alma. Uma equilibrada composição que mescla a intervenção humana com a riqueza de um ambiente natural. Uma ponte ordinária que, no entanto, conseguiu ligar o século 19 ao século 21.

MP Lafer: a recriação de um ícone

Veja também:

De Mitry lança livro sobre sua trajetória como designer

Livro: Antonio A. De Mitry - na prática a teoria é outra
Imagem gentilmente cedida pela MAGU Comunicação Integrada Ltda.

Antonio A. De Mitry, designer com atuação no projeto do MP Lafer, ganha livro sobre sua trajetória, pela Editora SENAI-SP.

Recebemos um telefonema animado do Antonio A. De Mitry, que o leitor do livro "MP Lafer: a recriação de um ícone" já conhece como um importante personagem no desenvolvimento do primeiro protótipo do MP Lafer. Ele convida os entusiastas do carro esporte para o lançamento de seu livro produzido pela MAGU Comunicação Integrada Ltda. para a Editora SENAI-SP.

"Antonio A. De Mitry: na prática, a teoria é outra" faz parte da coleção "Série Design" voltada para a publicação de trabalhos e projetos que trazem conceitos e tendências mundiais atualizadas neste vasto campo de atuação, investindo na riqueza de ilustrações para servir de inspiração para estudantes e leitores em geral.

Além do relato sobre suas passagens pela fábrica da Lafer, De Mitry fez um extenso depoimento para os autores do livro, relatando sua longa trajetória no design brasileiro, com incursões por diversas empresas e projetos pessoais.

De Mitry e Percival Lafer em dezembro de 2012, durante lançamento do livro do MP Lafer (foto: Rene Sarli).
De Mitry e Percival Lafer em dezembro de 2012, durante lançamento do livro do MP Lafer (foto: Rene Sarli).

O livro em português tem 116 páginas em formato quadrado com 20,7 por 20,7 cm. O preço sugerido pela editora é de apenas R$ 46,00 e a venda antecipada já está disponível, mediante encomenda, na loja virtual da Saraiva.

O lançamento da obra será no dia 18 de agosto de 2014, a partir das 18 horas, na loja da Saraiva no Shopping Pátio Paulista. Endereço: Rua Treze de Maio, 1947 - Paraíso - Piso Térreo Paraíso - São Paulo -SP - Tel: (11) 3289-5873. Obviamente, todos os amigos do mplafer.net estão convidados!

Tão breve seja possível vamos publicar uma resenha sobre este livro que desde já merece fazer parte de sua biblioteca.

Galeria 2014: Magrinelli

Este MP Lafer 1977 repousa em linda garagem integrado ao verde de Cuibá, a capital de Mato Grosso.
Este MP Lafer 1977 repousa em linda garagem integrado ao verde de Cuibá, a capital de Mato Grosso.

EM CUIABÁ TAMBÉM TEM MP LAFER

Mateus Magrinelli Gonçalves mora em Cuibá, a capital do Mato Grosso, região centro-oeste do Brasil. Ele conserva um lindo MP Lafer de fino trato, ano 1977. E justamente para não deixar o carro atrasado em relação a sua manutenção, ele entrou em contato conosco em 23 de julho de 2014, solicitando auxílio para entrar em contato com especialistas em MP Lafer, para lhe fornecer peças de reposição.

Encaminhamos uma lista baseada na seção "Peças & Manutenção", deixando livre sua escolha. Parece que deu certo e ele foi bem atendido neste quesito. Então pedimos autorização para publicar as imagens magníficas que ele nos enviou, para dividir com os leitores do site. Para finalizar, ele deixou um gratificante elogio: "Parabéns pelo trabalho em manter viva a(s) história(s) dos MP Lafer, o site é nota 10!"

Deve ser muito bom chegar em casa tendo a visão de um conversível no hall de entrada.
Deve ser muito bom chegar em casa tendo a visão de um conversível no hall de entrada.

O painel de madeira do MP combina com a estrutura da casa em estilo rústico e contemporâneo.
O painel de madeira do MP combina com a estrutura da casa em estilo rústico e contemporâneo.

A espera de um passeio: a frente convidativa do MP Lafer
A espera de um passeio: a frente convidativa do MP Lafer

Galeria 2014: Alviano

O MP Lafer do Alviano é amarelo e recebeu apliques de vinil com formas que lembram a bandeira do Brasil.
O MP Lafer do Alviano é amarelo e recebeu apliques de vinil com formas que lembram a bandeira do Brasil.

A CACHAÇA AMARELINHA QUE NÃO EMBRIAGA

No dia 13 de julho de 2014 recebemos uma mensagem de Waldir Alviano, morador do Rio de Janeiro. Ele queria encomendar um exemplar do livro "MP Lafer: a recriação de um ícone". As fotos de seu "Amarelinho" - como ele chama seu MP Lafer 1977 - chegaram no dia 17, enquanto curtia uma folga na cidade de Iguaba Grande, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro.

Nas imagens o conversível está alegremente decorado com as coras da bandeira do Brasil, através de apliques removíveis de vinil, em alusão à campanha da seleção brasileira pelo hexa-campeonato - que todos sabemos, não veio, depois que um trator germânico passou por cima do nosso time.

Do Waldir, temos a promessa de que ele vai nos contar uma história emocionante, como ele mesmo afirma: "Como estive no lançamento do protótipo no Salão do Automóvel de 1972, quero dizer que, quando escrever um livro sobre memorias de donos de MP Lafer, eu darei o depoimento da minha história.
Tenho certeza que irá se emocionar."

 Depois desse convite subjetivo para escrever mais um livro, nos resta declarar que vamos pensar com carinho neste desafio de reunir tantos depoimentos - se bem que é justamente isso que estamos fazendo desde 2002, com a criação da seção "Galeria" deste site.

O apelido deste conversível tem nome de bebida popular: Cachaça. Mas neste caso ninguém fica embriagado.
O apelido deste conversível tem nome de bebida popular: Cachaça. Mas neste caso ninguém fica embriagado.

O Brasil perdeu a Copa de 2014 em casa novamente, mas o Waldir não perdeu o bom humor a bordo deste MP 1977.
O Brasil perdeu a Copa de 2014 em casa novamente, mas o Waldir não perdeu o bom humor a bordo deste MP 1977.

Este carro circula (ou desfila) pelas ruas de Iguaba Grande, na Região dos Lagos, no Rio de Janeiro.
Este carro circula (ou desfila) pelas ruas de Iguaba Grande, na Região dos Lagos, no Rio de Janeiro.